Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Teoria Integrada das Estruturas Universais

Um desses tipos de estrutura universal poderá ser aquilo a que os astrofísicos têm vindo a designar por matéria escura - " dark matter ", que constituirá a maior parte da massa do Universo, mas cujas manifestações não poderão ser, no entanto, verificadas.
Há a dificuldade de poderem ser observadas manifestações de suposta interacção entre o Universo, o aquém-Universo, e a estrutura da zona para além do aquém-Universo, e isto, considerando o decorrer do tempo. Manifestações essas que poderiam ser consideradas relativamente a planetas, estrelas, poeiras estelares, vácuo do cosmos, buracos negros, etc., e enfim, quanto às mais ínfimas interacções sub-atómicas da matéria e energia. Deverão haver dificuldades impeditivas da observação desses fenómenos, na sua eventual existência e/ou ocorrência, pela inexistência de instrumentos de observação adequados e/ou pela inexistência de constructos teóricos apropriados. 
Parece ser uma perspectiva bastante válida, considerando a existência de uma matriz na qual se desenvolveram e se desenvolvem as estruturas universais ( aquelas consideradas aqui como de aquém-Universo ).
Claro está, que ao ser considerada uma estrutura além-Universo, poderá ser considerada a existência de várias dessas estruturas com suas diferentes, diferenciadas e eventuais, interacções entre elas e/ou entre elas e o aquém-Universo e/ou diferentes zonas universais, eventuais diferentes Universos, de matéria e energia e/ou outro tipo de características físicas, químicas, nucleares, de tipo de matéria, de tipo de energia, maior presença ou maior ausência das mesmas, etc..
A segunda perspectiva, tem como implícita, interacção entre diferentes zonas estruturais universais, sendo de considerar que a Estrutura Secundária, que é descrita, poderá ser considerada como sendo a matéria escura, que foi anteriormente referida. A matéria escura, poderá, pois, ser perspectivada bastante validamente nesta segunda perspectiva.
Considerando, precisamente, esta mesma segunda perspectiva, em que quanto mais o aquém-Universo se expande, menor área terá o além-Universo, terá que ser tido em conta que a expansão do aquém-Universo, far-se-à, precisamente, numa dessas outras estruturas ( podendo ser consideradas, não obstante, ainda outras estruturas ).
Melhor especificando, e quanto aos buracos negros, ao aumentar a força de pressão dos buracos negros menor será a velocidade de expansão do aquém-Universo, sendo, pois, menor o grau em que aumenta a densidade " gasosa " do além-Universo, já que se passará como se a pressão de densidade do aquém-Universo fosse " transferida " para os buracos negros e posteriormente para a estrutura subjacente ao aquém-Universo, fazendo com que haja menor densidade no aquém-Universo, havendo, pois, menor interacção entre as partículas, com menor necessidade de expansão entre as mesmas. Ao diminuir aquela força de pressão dos buracos negros, haverá menor influência atractiva por parte dos mesmos na matéria do aquém-Universo, havendo uma maior interacção entre as partículas com uma consequente necessidade de expansão por parte das mesmas, o que fará aumentar a velocidade de expansão do aquém-Universo, aumentando o grau de densidade " gasosa " do além-Universo.
Hipotetiza-se que quanto maior densidade tiver o aquém-Universo menor densidade terá a estrutura subjacente à qual se desenvolve o aquém-Universo e que quanto menor densidade tiver o aquém-Universo maior densidade terá a estrutura subjacente ao aquém-Universo.
Num aparte relativamente aos buracos negros, é de considerar a influência dos mesmos, e/ou de estruturas semelhantes, no afastamento e na aproximação entre galáxias do Universo, considerando, para além do movimento de expansão do Universo, com sua influência na rotação e movimentação das galáxias, que os mesmos buracos negros, com sua influência na expansão e contracção da matéria assim como na sua densidade, e dependendo da sua frequência e localização, influirão naqueles afastamentos e aproximações.
Considerando agora uma época, uma era pré-Grande Explosão ( Big-Bang ), é de considerar a existência de uma Estrutura Universal Primária ( E. U. P. ), subjacente ao além-Universo, diferenciando-se esta da Estrutura Universal Secundária ( E. U. S. ), estrutura subjacente ao aquém-Universo, como ainda da Estrutura Universal Terciária ( E. U. T. ), que será, portanto, o aquém-Universo.
Esta E. U. P. terá tido, inicialmente, características únicas, estritamente no sentido de se caracterizar por um único tipo de partículas, eventualmente as mais fundamentais, podendo ser tomados como exemplo os mesões. De início, essa estrutura deverá ter sido caracterizada pela estabilidade inalterada dessas partículas, da união dessas partículas. Posteriormente, algum tipo de acontecimento, como num exemplo um pouco absurdo ( como o tempo ter tempo ou massa ), a alteração das circunstâncias temporais dessas partículas, deverá ter feito com que houvesse algum tipo de alteração na E. U. P.. Eventualmente, nessa alteração, e gradualmente, deverão ter sido libertadas as partículas fundamentais de uma forma isolada, ou seja, começando a surgir mesões livres, isolados, tendo começado a ocorrer, portanto, rearranjos particulares, no sentido de partícula.
Poder-se-à dizer que tendo em conta essas características iniciais, o que terá sido alterado terão sido apenas as localizações dessas partículas, com maior ou menor expansão e/ou contracção dessa E. U. P., ou de algumas das suas zonas, com a eventual alteração de algumas de suas características muito específicas, como muito especificamente a temperatura dessas partículas. Será de pressupôr que, inicialmente, a temperatura era bastante baixa, e que gradualmente, a mesma tornou-se mais elevada.
Tendo em conta especialmente as partículas livres, as mesmas terão começado numa movimentação, cada vez em maior quantidade, em maior frequência e com maior intensidade. Posteriormente, deverão ter começado a haver zonas com maior frequência desse tipo de partículas. Alterando isto a densidade da matéria, terão ocorrido, desde aí, alterações mais conhecidas da Física actual.

publicado por sergioresende às 19:18
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