Sábado, 26 de Outubro de 2013

Complemento a Teoria dos Jogos, Teoria da Realidade e evolução psicológica da espécie humana

Descrevendo inicialmente o meu artigo Teoria dos Jogos, Teoria da Realidade e evolução psicológica da espécie humana ( Resende, 2012 ), complemento depois o mesmo com informação advinda de uma entrevista realizada por uma enfermeira a um alienígena sobrevivente do incidente de Roswell, mundialmente conhecido como a queda de uma nave alienígena na Terra. Essa informação vem apoiar o que é descrito naquele meu artigo referido. Elaboro ainda um complemento acerca da Teoria da Realidade e do Princípio da Certeza.

 

Descreve-se, pois a Teoria dos Jogos como estudando as escolhas de comportamentos óptimos quando o custo e o benefício da cada opção não é fixo, dependendo, sobretudo, das escolhas dos outros indivíduos.

 

Depois, refiro-me ao Princípio da Incerteza de Heisenberg, que indica que não se pode determinar ao mesmo tempo a velocidade e a localização de uma partícula, passando ao chamado Princípio da Certeza, em que há a certeza de não se poder determinar ao mesmo tempo a velocidade e a localização de uma partícula.

I

sso leva-nos, por contraponto à Teoria dos Jogos, em que as escolhas de comportamentos óptimos quando o custo e benefício de cada opção não é fixo, mas dependem das escolhas dos outros indivíduos, à Teoria da Realidade, em que as escolhas de comportamentos óptimos dependem da certeza das escolhas dos outros indivíduos. Temos, pois, em relação ao Princípio da Certeza, a certeza do valor de uma das opções e a certeza da ausência do valor da outra. Psicologicamente, isto levar-nos-ia a uma estabilidade optativa e, quanto à certeza da ausência, levar-nos-ia a um melhor trabalhar da angústia de separação, que é, por exemplo, caracteristicamente associada ao fenómeno borderline. Este melhor trabalhar levaria a nova estabilidade optativa, resultante da resolução da ambivalência.

 

Temos, ainda, a Teoria da Realidade enquanto estratégia evolucionariamente estável, a nível psicológico, no mesmo sentido em que Maynard Smith cunhou a expressão no campo da biologia. Isto seria o seguimento da aplicação da Teoria dos Jogos à biologia, no sentido da compreensão e previsão do desfecho da evolução de certas espécies. Assim, estaremos a falar da previsão da evolução psicológica da espécie humana.

Nesse sentido, algo que poderá muito bem ser o futuro psíquico da Humanidade é o de a mesma estar ligada telepaticamente. Refiro ainda que este tipo de ligação telepática, no interior de uma espécie alienígena, ou entre espécies, parece ser algo comum em várias espécies alienígenas, particularmente evoluídas, como se pode ver, por exemplo, em Sequestro, de John Mack, The Custodians – Beyond Abduction, de Dolores Cannon ou em The Keepers – An Alien Message for the Human Race, de Jim Sparks.

 

Outro fenómeno a enquadrar nesta Teoria da Realidade será a capacidade de viajar no tempo, em que se pode conhecer antecipadamente as acções dos outros indivíduos. Dou o exemplo de um indivíduo, Andrew Basiago, ter tido acesso a um livro que iria escrever no futuro, como ainda de dois futuros presidentes dos E. U. A. terem sido avisados, no passado, de que iriam tornar-se presidentes, no futuro. Temos, pois, outro exemplo estratégico da certeza da escolha de outros indivíduos.

 

Temos, então, a Teoria da Realidade, em que as escolhas de comportamentos óptimos dependem da certeza das escolhas de outros indivíduos, que estará relacionada evolutivamente com uma ligação telepática entre os indivíduos da espécie humana, com aquela certeza garantida por essa ligação e pela capacidade de viajar no tempo.

 

Para o presente artigo, pode dizer-se que este artigo agora resumido vem ser apoiado pelas indicações do livro Alien Interview ( Spencer, 2008 ), que é descrito verbalmente no YouTube. Veja-se o canal do YouTube BackToConstitution, e introduzindo os títulos: Roswell – Alien Interview – The Letter from Mrs. MacElroy; Roswell – Alien Interview – Chapter 1 a Chapter 16; Roswell – Alien Interview – The Mystery of UFOs and Extraterrestrials e ainda Roswell – Alien Interview – Postscript from Mrs. MacElroy. Veja-se directamente a compilação em www.youtube.com/playlist?=PLD2B86237EO454AC1&feature=view_all. Trata-se de uma entrevista feita por uma enfermeira, Matilda O´Donnell MacElroy, a um alienígena sobrevivente do incidente de Roswell. Este incidente, a queda de uma nave alienígena, com recuperação de corpos e de sobreviventes, ou sobrevivente, clarifique-se, deu origem à moderna investigação de ovnilogia, e deu-se em 1947.

 

Tendo em conta o artigo referido, é de notar, com realce, que o alienígena indica, sobremaneira, que ele, e a sua espécie, sentem um certo tipo de entediamento, por conhecerem, saberem, os acontecimentos presentes e futuros, nas linhas temporais. Isto aponta uma certa tendência depressiva nas espécies que têm esse tipo de ligação e capacidade.

 

Ora, dado que eu indico que a Teoria da Realidade baseia-se no conhecimento relativamente assegurado dos acontecimentos presentes e futuros, com a ligação telepática na espécie, e com a capacidade de viajar para o futuro, de viajar no tempo, esta entrevista apoia grandemente aquilo que eu indico como sendo a Teoria da Realidade.

 

Repare-se, que em relação ao Princípio da Certeza e à Teoria da Realidade, como descrito no artigo resumido, fala-se da certeza do valor de uma das opções e a certeza da ausência do valor da outra. Em sequência, e tendo em conta o presente artigo, isso refere-se à certeza de uma das linhas temporais e à certeza da ausência de todas as outras. Isto fortalecerá a estabilidade optativa em cada uma das linhas temporais. Ainda quanto a viagens no tempo, temos, quer em relação a viagens para o passado quer a viagens para o futuro, que o tempo final será considerado como a certeza do valor de uma das opções e que o tempo inicial será considerado como a certeza da ausência do valor da outra, já que ocorreu a viagem no tempo. Esta descrição será mais relativa às viagens no tempo. Quanto a acontecimentos presentes, mais relacionados com a ligação telepática entre seres, é de realçar as descrições alienígenas incluídas no livro de Dolores Cannon, The Custodians – Beyond Abduction  ( 2001 ). Baseando-se na hipnose com sujeitos, ela terá acedido a comunicações telepáticas feitas por entidades extraterrestres. Numa dessas comunicações, a entidade terá dito que nas comunicações telepáticas entre seres com essa capacidade, cada sujeito aprenderá a dar mais relevo a umas comunicações do que a outras, ou a uma comunicação do que a outras. Isto é pertinente, porque temos, precisamente, a certeza do valor de uma das opções e a certeza da ausência do valor da outra, ou outras. A entidade referida explica que é dessa maneira que os seres com capacidade telepática conseguem entender-se melhor.

 

Pelo dito, temos, pois, apoios corroboratórios do artigo inicialmente resumido.

 

 

Bibliografia

 

Cannon, D. ( 2001 ). The Custodians – Beyond Abduction. Ozark Mountain

 

Resende, S. ( 2012 ). Teoria dos Jogos, Teoria da Realidade e evolução psicológica da espécie humana em www.psicologado.com ( proposto a 11/2012 )

 

 

Referências

 

Spencer, L. R. ( 2008 ). Alien Interview. Lawrence R. Spencer

 

www.youtube.com/playlist?=PLD2B86237EO454AC1&feature=view_all

publicado por sergioresende às 09:53
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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013

Complemento a Exopsicologia e o autismo

Depois de inicialmente resumir o meu artigo Exopsicologia e o autismo ( Resende, 2011 ), onde relaciono características do autista e da entidade Deus, considerando estudos psicológicos eventualmente feitos por extraterrestres, faço, de seguida, um complemento ao mesmo artigo, onde faço referência a uma palestra, no campo da exopolítica, que apoia a ideia da influência extraterrestre nos autistas.

 

Assim, realça-se a crucial importância da consideração de o autista viver num mundo muito próprio. Considerando teologicamente a existência de um único Deus criador, tem-se, exopsicologicamente, que Deus terá características autistas, por a existência de Deus, e do Universo, se caracterizar por ser o mundo muito próprio da entidade Deus. Ainda, ter-se-à que haverão intervenções alienígenas nos autistas, no âmbito de estudos psicológicos, para avaliar a consideração das pessoas em relação ao autista, e em relação a características que o autista tem, e que partilha com a consideração humana sobre Deus. Assim, procurar-se-à qual a perspectiva dos humanos em relação a aspectos que os mesmos consideram negativos no autista, mas que idealizam positivamente sobremaneira na entidade Deus, como a questão da existência de um mundo muito próprio, só seu.

 

Para o presente artigo, faz-se um complemento ao artigo resumido, Exopsicologia e o autismo, em que Mary Rodwell, na sua palestra The New Humans, no congresso de exopolítica organizado pela organização Exopolítica Grã-Bretanha, em Leeds, no ano de 2010, vem dizer, entre outras coisas, que os dados que ela tem disponíveis indicam que crianças autistas e com síndrome de Asperger, no contexto das crianças índigo e    “ crianças das estrelas “ ou “ star kids “, aquelas com influência extraterrestre, sofrem influências por parte de extraterrestres, em termos formativos, particularmente nas excelentes capacidades reveladas em áreas específicas do conhecimento, que são características em crianças autistas em geral.

 

Pode consultar-se a palestra no canal do YouTube CYBiRD07, introduzindo o título Human Evolution Alien Hybrid The Real X-Men ( Real Proof ). Veja-se directamente o endereço www.youtube.com/watch?v=oZLNL9CJVsM.

 

Estes dados vão de encontro ao que escrevi no artigo referido, particularmente na influência de extraterrestres no autismo humano, apoiando a ideia de estudos psicológicos realizados através dos autistas, embora de uma forma indirecta.

 

Continuando, quando se fala que aquele apoio é de uma forma indirecta, é preciso ter em conta que aquelas capacidades reveladas por Rodwell estão num contexto, implícito no título da sua palestra, The New Humans, do surgimento de um novo tipo de humanos, particularmente super-inteligentes, e deste modo mais se relacionam estes dados com o referido no meu artigo, do estudo, por parte de extraterrestres, em autistas, e como eles são observados por outros humanos, da entidade Deus.

 

Repare-se que eu indico, no final desse artigo, que não pretendia divinizar o autista, desmistificando, ao invés, a entidade Deus, mas esta relação estabelecida no presente artigo aponta, no contexto de um novo tipo de humanos, com super-características, para essa tal “ divinização “ do autista, divinização essa apenas no sentido de super-humanos.

 

 

Bibliografia

 

Resende, S. ( 2011 ). Exopsicologia e o autismo em www.redepsi.com.br, na secção Artigos/Teorias e Sistemas no Campo Psi em 26/02/2011

 

Referências

 

www.youtube.com/watch?v=oZLNL9CJVsM

publicado por sergioresende às 17:37
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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013

Pequeno complemento a O sobrecompensatório na mulher

Baseando-me no meu artigo O sobrecompensatório na mulher ( Resende, 2012 ), faço um complemento a um dos exemplos das características sobrecompensatórias da mulher, no caso, a fantasia em raparigas e mulheres de serem consideradas princesas.

 

O artigo referido dá vários exemplos das características sobrecompensatórias da mulher, tendo-se em conta que, para várias fases da vida da mulher, a inveja do pénis é o tema e base central na vida psicológica da mesma, levando às suas tendências sobrecompensatórias, reportando isto para as sociedades falocêntricas, particularmente as sociedades histéricas capitalistas matriarcais.

 

O exemplo a que se faz um complemento é o da fantasia de se considerar as raparigas e mulheres, particularmente nas sociedades capitalistas, enquanto princesas. No artigo referido é indicado que isso revelará o sentimento sobrecompensatório das mulheres enquanto não tendo contribuído para a sociedade, particularmente nas sociedades histéricas capitalistas. Avançando que não é habitual a atribuição da designação de príncipe, a rapazes ou homens, ter-se-à em conta o domínio das contribuições dos homens a nível artístico, científico e intelectual, ao nível histórico, revelando um sentimento único de reiniciar a história para as mulheres, considerando que as mesmas quererão equilibrar o desenvolvimento que as mesmas sentirão em relação aos homens. Tenha-se em conta a diferença entre as monarquias actuais, serem consideradas oficialmente num plano meramente simbólico, e as monarquias historicamente anteriores, numa consideração oficial com uma posição com poder efectivo.

 

Acrescente-se para o presente artigo, que a consideração das raparigas e mulheres enquanto princesas, também derivará do que é considerado “ sangue azul “ ou              “ sangue real “, relacionado com a aristocracia, por na linha do artigo, a menstruação, em que a adolescente ou mulher perde sangue na mesma, implicará uma identidade em perda. Isto relacionado com aspectos depressivos, com o sinal depressivo da perda do pénis já efectuada, considerado como estando perdido, confirmado em fantasia pela menstruação.

 

Este sinal depressivo, associado a uma angústia depressiva, com a perda fantasiada do pénis, que será, precisamente, mais característico nas mulheres, ajudará a explicar porque a depressão, e os fenómenos depressivos, são mais característicos nas mulheres.

 

Continuando, essa perda fantasiada, na linha do artigo, nos remete para a sobrecompensação narcísica, precisamente, através de serem consideradas princesas, enquanto aristocratas, havendo o desejo das mesmas dessa consideração, com a sobrecompensação evidente pela identificação com a elite aristocrática, particularmente pela sua influência histórica. Haverá um desejo, pela maior intervenção histórica dos homens nas sociedades, particularmente europeias, de voltar atrás no tempo, por assim dizer, e desse modo fantasioso, na identificação referida, intervir activamente na sociedade, pressupondo-se que essa menor intervenção histórica por parte das mulheres terá tido uma diminuição consequente ao nível da auto-estima, ao nível da identificação de género, com menores referências identitárias, relativamente aos homens, que as terão tido em quantidade e qualidade. Isso vê-se pelo menor desejo fantasioso de os rapazes e homens se quererem identificar com a elite aristocrática, havendo bem menos sobrecompensações a esse nível.

 

Repare-se que nos vários exemplos referidos no artigo O sobrecompensatório na mulher, já mencionado, e neste artigo, baseados na sobrecompensação narcísica derivada da inveja do pénis, ao sentimento depressivo fantasiado de perda do pénis já efectuada, com sentimento de perda do amor do objecto, sentido como tendo castrado a mulher, estaremos a fazer referência a conceitos Adlerianos. Ou seja, a fazer referência a sentimentos de inferioridade derivados de sentimentos de inferioridade orgânica, que levará a sentimentos de superioridade, com sobrecompensação narcísica, sendo a noção de sobrecompensação central em Adler, levando ao chamado complexo de superioridade ( Akoun et al., 1979 ), que se liga bem ao avançado neste artigo, da identificação com princesas, com a elite aristocrática.

 

 

Bibliografia

 

Akoun et al. ( 1979 ). Os 10 grandes do inconsciente ( tradução portuguesa ). Verbo        ( Original francês de 1978 )

 

Resende, S. ( 2012 ). O sobrecompensatório na mulher em www.psicologado.com         ( proposto a 12/2012 )

publicado por sergioresende às 13:10
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Exopsicologia e contacto extraterrestre enquanto relacionados com técnicas desestruturantes e (re)estruturantes

Resumindo inicialmente o meu artigo Exopsicologia e contacto extraterrestre                 ( Resende, 2013 ), em que abordo um processo psicológico humano envolvido no contacto extraterrestre, relaciono-o posteriormente com características envolvidas nas técnicas psicoterapêuticas desestruturantes e (re)estruturantes.

 

Assim, naquele artigo avanço que é na inveja do clitóris, com suas características subcompensatórias, e particularmente com tentativa de diminuição narcísica e renúncia da identidade, é que está a associação com o contacto extraterrestre aberto e global, já que no mesmo haverá contacto com raças alienígenas mais evoluídas, mentalmente, espiritualmente, intelectualmente e tecnologicamente.

 

Aquela diminuição narcísica nos elementos da Humanidade, e a renúncia da identidade, serão necessárias para a mudança radical de paradigma e de perspectiva da Humanidade perante si própria e o restante Universo, no contexto do contacto extraterrestre aberto e global.

 

O contexto exopsicológico mais preciso está na alegada intenção da sociedade do Universo em reintegrar a Humanidade com o restante Universo, utilizando o processo psicológico descrito, em particular, diminuição narcísica da identidade humana pré-contacto e com renúncia de identidade, para que haja a possibilidade de mudança identitária radical e paradigmática.

 

É de considerar agora, para o presente artigo, características das técnicas psicoterapêuticas desestruturantes e (re)estruturantes, que se relacionam de algum modo com os aspectos descritos acerca do contacto humano com extraterrestres. Assim, esse contacto envolverá essas técnicas referidas, como se pode perceber de seguida.

 

Na desestruturação, há a confrontação do indivíduo com contradições e inconsistências deste, podendo colocar em causa os seus pressupostos mais implícitos, em que o indivíduo, questionando-se, aprende a melhor relacionar-se consigo próprio, com aquilo que ele é no seu interior. Para além disso, tomando como exemplo a tendência desestruturante da técnica de Jung ( 1988 ), o mesmo indica que visa produzir um estado psíquico, em que o indivíduo começa a fazer experiências com o seu ser, em que nada mais é definitivo, nem petrificado, pretendendo-se produzir uma mudança no indivíduo, a partir do colocar em causa do ser. Também referindo-se às concepções Junguianas, Kaufman ( Corsini et al., 1979 ) indica que a desestruturação tem a sua presença pela dolorosidade que o processo poderá acarretar. Ainda para Jung ( 1988 ), é necessário produzir uma mudança na compreensão do significado dos momentos eficazes, pretendendo-se a compreensão da relação desses momentos com algo que está para além do nível pessoal, estando, portanto, ao nível transpessoal. É de indicar, para mais, quanto aos aspectos dolorosos já referidos, que os mesmos estarão implícitos no contacto extraterrestre aberto e global, em que esse contacto, no contexto, constituir-se-à enquanto ferida narcísica da Humanidade.

 

Quanto à estruturação ou reestruturação da personalidade, indique-se as fases psicoterapêuticas Junguianas da educação e da transformação, em que, com referência a uma evolução deficiente do indivíduo, que remonta, em geral, à infância, se tenta alcançar as origens dessa “ evolução “, através, particularmente, do esclarecimento da transferência, partindo-se depois para a (re)educação e transformação da personalidade, com o caminhar para o auto-aperfeiçoamento e para uma vivência mais plena e autónoma da vida. É de realçar, quanto à reestruturação, que a mesma relaciona-se com a mudança radical de paradigma, já referida quanto ao contacto extraterrestre, após a desestruturação, ou mais precisamente, com a aquisição de novo paradigma, após o contacto. Ainda quanto à técnica (re)estruturante, é de dizer que para preparar a remodelação, aponta-se para a destruição das significações perturbantes, em que essas significações são utilizadas para estruturar, pelo direcionamento para fora do impasse psíquico. É de destacar, para mais, neste encaminhamento, o aspecto criativo do inconsciente colectivo, que indica novas direcções e significações para o indivíduo, fortalecendo também a mudança da atitude consciente do indivíduo, em que as forças criativas do inconsciente direccionarão o sistema psíquico.

 

Vê-se, pois, como as técnicas desestruturantes e (re)estruturantes se relacionam com o que estará implícito no contacto dos humanos, aberto e global, com extraterrestres.

 

 

Bibliografia

 

Corsini et al. ( 1979 ). Analytical Psychotherapy in Current Psychotherapies ( 2nd ed. ). Itasca : F. E. Peacocock

 

Jung, C. G. ( 1988 ). A prática da psicoterapia ( trad. port. ). In Obras Completas de C. G. Jung, Vol. XVI. Petrópolis: Editora Vozes

 

Resende, S. ( 2013 ). Exopsicologia e contacto extraterrestre em www.psicologado.com ( proposto a 06/2013 )

publicado por sergioresende às 11:37
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