Domingo, 20 de Abril de 2014

O sonho e as identidades de percepção e de pensamento

O sonho e as identidades de percepção e de pensamento

 

Considera-se, neste artigo, a relação entre sonho e as identidades de percepção e de pensamento, fazendo-se também um enquadramento societal capitalista e comunista.

 

Tenha-se em conta, antes de tudo, a definição de Laplanche & Pontalis ( 1990 ) de identidade de percepção e de identidade de pensamento, com realce para a identidade de percepção como se procurando reencontrar a imagem do objecto resultante da vivência da satisfação e para a identidade de pensamento enquanto identidade dos pensamentos entre si.

 

Assim, aqueles autores, ao caracterizarem identidade de percepção e identidade de pensamento, nos dizem que a primeira surge da tendência do processo primário e que a segunda surge da tendência do processo secundário, em que considera-se que o processo primário visa reencontrar uma percepção idêntica à imagem do objecto resultante da vivência da satisfação e que no processo secundário a identidade procurada é a dos pensamentos entre si. Em termos económicos, o processo primário caracteriza-se pela descarga imediata e o processo secundário pela inibição, adiamento da satisfação e desvio, mas ao nível da identidade de percepção temos equivalências estabelecidas entre representações, em que procurando a vivência da satisfação, liga uma descarga eminentemente satisfatória à representação de um objecto electivo. Assim, o indivíduo vai daí em diante repetir a percepção que está ligada à satisfação da necessidade. Considera-se, para mais, que a identidade de pensamento constitui uma modificação da identidade de percepção, não se deixando regular exclusivamente  pelo princípio do prazer, em que fazendo a ligação entre representações não se deixa iludir pela intensidade delas, sem tanta necessidade de satisfação imediata. Temos, então, que esta modificação constituirá a emanação daquilo a que a lógica chama princípio de identidade.

 

Aqueles autores indicam, ainda, que Freud considerou que o sonho está mais relacionado com a identidade de percepção e esta, portanto, com o inconsciente. Será no sentido do sonho ser a realização de um desejo inconsciente ( Freud, 1988 ), em que nessa realização haverá como que o conseguir reencontrar a imagem do objecto resultante da vivência da satisfação. Contrapõe-se que se há a tendência para realizar um desejo inconsciente é porque o mesmo não foi realizado na vida do indivíduo, e será nesse sentido em que a vivência da satisfação não existiu que não haverá, portanto, essa procura.

 

Continuando, propõe-se que o conteúdo manifesto, com sua mis-en-scéne, com os seus adereços, com representações imagéticas do dia-a-dia do indivíduo, estará mais relacionado com o aspecto perceptivo mais enquadrado na identidade de percepção, enquanto que o conteúdo latente, revelado pela interpretação do sonho, com seu trabalho e pensamento do sonho, com seus mecanismos como a condensação, em que há condensação de afecto relativo a outras representações, e a sobrerepresentatividade, com a figurabilidade ( Freud, 1988 ), em que Lacan ( 1996 ) também realça a importância da sobrerepresentatividade no sonho para Freud, indicam-nos maior relação com a identidade de pensamento, com a identidade das representações, dos pensamentos entre si, já que os vários aspectos latentes se relacionam e se identificam uns com os outros.

 

Para além disso, realçando-se o aspecto imagético, perceptivo, do conteúdo manifesto, relacionaríamos mais esse conteúdo com o histerismo, destacando-se em Identidade de percepção e Identidade de pensamento ( Resende, 2014 ) a relação da identidade de percepção com o capitalismo enquanto sistema histérico. Assim é, ao nível societal capitalista, temos acentuação da Máscara, esta enquanto arquétipo de adaptação externa, sobrecompensatoriamente, com enfoque excessivo do aspecto externo, com características histéricas de sedução, de tentar agradar, particularmente através da imagem do próprio perante os outros, com maior caracterização ao nível da identidade de percepção, com o exemplo cultural de filmes e reality-shows estado-unidenses, com capitalismo acentuado, a indicarem que tudo é percepção, o que interessa é a imagem transmitida aos outros. Para mais, temos, no capitalismo, a importância da satisfação, gratificação, imediata, muito ao nível do processo primário e do princípio do prazer. Para mais, e pela minúcia e pelo detalhe na interpretação do conteúdo latente do sonho, como se vê em particular em A interpretação dos sonhos, de Freud ( 1988 ), e por mecanismos como a sobrerepresentatividade, com a identidade dos pensamentos do sonho entre si, com o realce, já referido, que Lacan      ( 1996 ) nos indica acerca da importância da sobrerepresentatividade no sonho para Freud, mecanismo sobejamente obsessivo, ligaríamos, pois, o conteúdo latente à obsessão, também se destacando em Identidade de percepção e Identidade de pensamento ( Resende, 2014 ) a relação da identidade do pensamento e o comunismo  enquanto sistema obsessivo. No comunismo, por contraponto ao capitalismo, temos acentuação da Sombra, com eventual enfoque sobrecompensatório excessivo do aspecto interno, mais obsessivo, não importando tanto a imagem transmitida aos outros, com a caracterização ao nível da identidade de pensamento, com o exemplo específico do epíteto atribuído aos Partidos Comunistas, particularmente pela sua coerência ideológica, de partido de pensamento único, em que temos, pois,  a identidade dos pensamentos entre si, podendo isso ser generalizado aos restantes indivíduos comunistas, reconhecidamente politizados, e como se faz a análise política de, em geral, o eleitorado comunista ser relativamente fixo.

 

Assim, pela importância do significado do conteúdo latente, teríamos, em última instância, o sonho mais relacionado com a identidade de pensamento, com o inconsciente, pois, mais relacionado com a obsessão, considerando nós a famosa asserção de Freud de que o sonho é a “ estrada real “ para o inconsciente, em que teríamos a estrada real mais associada ao conteúdo manifesto e em que a interpretação do sonho e seu significado latente estariam mais ligados ao inconsciente, com o conteúdo manifesto mais associado ao histerismo e o conteúdo latente à obsessão. Destaca-se, relacionadamente, a consideração comum de quando uma pessoa tem um sonho, a nível relacional, profissional, etc., e quer realizá-lo, em que temos o sonho como uma fixação, lá está, como uma obsessão. Este sonho de vida estaria, então, associado a aspectos mais latentes do inconsciente do indivíduo, que reflectiria então diferenças a este nível entre as pessoas, e seus sonhos, como no exemplo, dado mais à frente, das diferenças entre o Sonho Americano e o Sonho Russo.

 

Continuando, teremos a noção de psicologicamente a identidade de pensamento ser mais evoluída do que a identidade de percepção, com os correspondentes processo secundário e princípio da realidade a serem mais evoluídos do que o processo primário e princípio do prazer, como se vê no artigo das identidades referido, em que na identidade de pensamento já não se funcionará tão egocentricamente, tão ao nível do auto-narcisismo, em omnipotência da relação precoce, portanto anterior em evolução, não apelando tanto à necessidade de satisfação, gratificação, imediata. Laplanche & Pontalis ( 1990 ) nos dizem que a oposição entre processo primário e processo secundário é correlativo da oposição entre princípio do prazer e princípio da realidade, em que este último, ao contrário do primeiro, tem em conta as condições impostas pelo mundo exterior. Temos também, como já visto, a associação da identidade de pensamento com o princípio da identidade.

 

Realça-se o descrito mais à frente, de Houzel, Emmanuelli & Moggio ( Coord. ) ( 2004 ), com a indicação acerca de D. Anzieu considerar na patologia histérica, no contexto do ego-pele e dos envelopes psíquicos, haver dificuldades ao nível da constituição do escudo para-excitações, o que causará uma maior dependência de estímulos externos, o que se adequa com as características mais perceptivas do histérico capitalista. Essa maior dependência de estímulos externos do histérico capitalista, considerando as sociedades histéricas capitalistas matriarcais, no âmbito do capitalismo global contemporâneo, faz, em termos evolutivos, aproximar mais o histérico do que o obsessivo, este mais ligado ao comunismo, da referência acentuadíssima de outros animais relativamente à dependência em relação aos sentidos e aos estímulos externos. Isto, em conjunto com a violência social e humana da exploração capitalista, fará melhor enquadrar a famosa expressão do Capitalismo Selvagem. Temos, também neste sentido, a identidade de percepção menos evoluída do que a identidade de pensamento, com o comunismo psicologicamente mais evoluído do que o capitalismo e outros sistemas mais reaccionários, reactivos excessivamente aos estímulos externos, com dependência deles, como o fascismo, extremos do capitalismo, ou o socialismo reacionário, com políticas de direita, que, como o Manifesto Comunista        ( Marx & Engels, 1998 ) nos diz, promove a permanência dos habituais políticos e dirigentes de linha conservadora e de tendência burguesa. Em particular, no expansionismo espacial militarista fascista, teremos um enquadramento das características já apresentadas, com um acting out, com a passagem ao acto mais imediata, menos mentalizado, com relação mais directa entre estímulos externos e reacção comportamental, resposta comportamental.

 

Pelo dito, poderíamos aqui enquadrar o chamado Sonho Americano, que pelas características aduzidas, se caracterizará, então, mais por aspectos manifestos, mais externos, mais histéricos, apelando muito à identidade de percepção e ao reencontrar da imagem do objecto de satisfações anteriores, regulando-se muito pelo princípio do prazer e deixando-se então controlar pelas intensidades das representações, em que se destaca a importância excessiva atribuída a celebridades e à visualização das mesmas, e ao tentar ser bem sucedido como eles, a importância da gratificação imediata, o “ aqui e agora “ histérico, e o aspecto relativamente ilusório de ser bem sucedido, em que por cada caso de sucesso, muito divulgado imageticamente, há números significativos de indivíduos que são considerados falhados, não bem sucedidos, podendo nós dar o exemplo de números significativos de licenciados trabalharem em empregos básicos, não considerados de sucesso. Pelo descrito, será, então, um Sonho menos evoluído.

 

Podemos também enquadrar aqui um Sonho de uma sociedade mais progressista, embora ainda capitalista, como da sociedade russa, em que se poderá dizer que o Sonho Russo foi tema da Cerimónia de Abertura dos recentes Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Sochi, Rússia. Aspecto crucial, referente a uma menina a sonhar, foi o de haver a envolvência do alfabeto russo, com ligações das letras a feitos russos e à história russa. Neste aspecto, num âmbito mais obsessivo, no sentido linguístico, é de realçar a ligação da linguagem ao inconsciente, em que, como dissemos anteriormente, haverá uma maior ligação do inconsciente à obsessão, no sentido do aspecto latente, em que podemos denotar o destaque que Lacan ( 1996 ) faz quanto à linguagem enquanto base do inconsciente. Há aqui uma maior ligação à identidade de pensamento, pela identidade das representações linguísticas entre si, unidas pelos feitos russos e história russa, no quadro de uma sociedade mais progressista do que a estado-unidense.

 

Assim, pelo apresentado, teríamos que o Sonho Russo será mais evoluído do que o Sonho Americano.

 

Continuando, ainda é de relacionar o sonho com o mecanismo do recalcamento, em que se dirá que o material inconsciente é material recalcado, recalcamento como mecanismo mais predominantemente histérico, denotando-se, sobremaneira, que posteriormente há uma tendência, relacionada com a compulsão à repetição, do material inconsciente se manifestar, particularmente no sonho. Dir-se-á que nesta tendência para manifestação, e por contraponto ao recalcamento mais histérico, anterior, há mecanismos mais obsessivos, em que se nota a obsessão em particular no fenómeno da compulsão à repetição. Denotando ainda a referência que Jacques Lacan, em Escritos ( Lacan, 1996 ), faz, citando Freud, de que o deslocamento é apresentado como o meio mais eficaz de que dispõe o inconsciente a fim de ultrapassar a censura, dir-se-á, no contexto, que o deslocamento envolvido no sonho é predominantemente obsessivo, realçando-se novamente, e do mesmo livro de Lacan, a referência que o autor faz acerca da importância da sobrerepresentatividade no sonho para Freud, fenómeno patentemente obsessivo e, como é de ver, relacionado com o deslocamento, que permitirá, sobremaneira, aquela sobrerepresentatividade. Para sermos mais precisos, a característica de facilidade de deslocamento do afecto entre representações do histérico, com aquilo que foi dito antes, indica-nos que o deslocamento fará a passagem entre uma base histérica para um funcionamento obsessivo, já que no deslocamento e na sobrerepresentatividade o afecto eventualmente para, eventualidade mais para o deslocamento, e mais garantidamente no outro mecanismo, em que, portanto, a base histérica do deslocamento associa-se e baseia-se na utilização de aspectos imagéticos, principalmente do dia-a-dia e do passado, nos aspectos mais manifestos, mais relacionados com a identidade de percepção, do conteúdo manifesto do sonho.

 

Agora, acerca dos sonhos recorrentes, realce-se, particularmente em Freud ( 1988 ), o sonho enquanto realização de um desejo inconsciente, em que nos perguntamos acerca do porquê da recorrência do sonho. Se quisermos manter a regra do sonho enquanto realização de um desejo inconsciente, teremos que o sonho recorrente, ou o motivo ou temática recorrente, denota-nos que o mesmo não está relacionado estritamente com a realização de um desejo inconsciente, no sentido em que não será esse o tema central do sonho recorrente, já que teríamos que antes de se tornar recorrente, o desejo já deveria estar realizado e, por consequência, não se repetir. No mesmo sonho recorrente, dever-se-ão procurar aspectos do sonho aparentemente menos centrais e, numa tendência Junguiana, utilizar a técnica da amplificação, com realce desses aspectos menos centrais, e interpretá-los de acordo com as associações que o indivíduo que teve o sonho faz, relativamente a esses temas menos centrais. Esta maneira de ver o sonho recorrente é semelhante à maneira que Freud ( 1988 ), em seu A interpretação dos sonhos, aborda a angústia no sonho, dizendo que os aspectos que não se associam à angústia, embora aparentemente importantes, não serão o tema central do sonho, não sendo essa a mensagem do inconsciente, em que a mesma mensagem se relacionará com os aspectos angustiantes.

 

Para mais, considerando-se a indicação de Lacan ( 1996 ), de que para Freud o deslocamento é apresentado como o meio mais eficaz de que dispõe o inconsciente a fim de ultrapassar a censura, destaquem-se novamente as noções de identidade de percepção e de identidade de pensamento. Se como Laplanche & Pontalis ( 1990 ) dizem, a identidade de pensamento não se deixa iludir pela intensidade das representações, temos que a censura, no sonho, deixando-se iludir pela intensidade das representações, não tanto do processo primário e do princípio do prazer, ou seja, pela alta intensidade das representações, mas sim pela menor intensidade das representações, em que particularmente pelos mecanismos de deslocamento e de sobrerepresentatividade há o ultrapassar da censura, com a intensidade disfarçada, teremos que a censura está a meio caminho entre a identidade de percepção, já que a satisfação de tendências inconscientes, e a identidade de pensamento, em que há também o considerar das condições da realidade exterior e psíquica. Já que, como já se disse, o conteúdo latente do sonho está mais relacionado com a identidade de pensamento, teríamos que esse conteúdo estaria mais relacionado com um inconsciente, obsessivo, em que esse inconsciente estaria mais associado às representações da realidade, na linha do processo secundário e do princípio da realidade da identidade do pensamento, que nos daria uma ligação à potencialidade criativa do inconsciente, particularmente colectivo, de que Jung ( 1988 ) tanto nos fala, por precisamente o inconsciente estar associado aos fenómenos da realidade, estar associado às relações entre os fenómenos da realidade.

 

Quanto àquele caminho, acima mencionado, da censura, será mais preciso dizer estar a meio caminho entre a identidade de pensamento e a identidade de percepção, num caminho contrário aos processos perceptivos mais conscientes, mais ao nível sensorial. Nesta delineação, teremos que a censura psíquica tem características inversas à censura externa, particularmente externalizada, realçando-se os meios de comunicação de massas, numa sociedade baseada, por exemplo, ao nível perceptivo, como o visual, o auditivo, etc., nos fenómenos de censura subliminar, ao nível das mensagens subliminares, e não tão subliminares, com maior ou menor reforço dos comportamentos, emoções, pensamentos, de reacção, de resposta, a essas mensagens, reforço esse positivo ou negativo. Teremos que quanto mais se acentua a censura externa, particularmente ao nível da intensidade das mensagens, especialmente emocionais, menos se acentua a censura psíquica, interna, precisamente pelo direcionamento contrário entre as mesmas. O agora descrito, e pelo apresentado anteriormente, indicar-nos-ia que quanto mais um indivíduo estiver controlado pela censura externa, menos o indivíduo se caracterizará  pela criatividade, enquanto advinda do inconsciente.

 

Tenha-se ainda em conta que, pelo descrito neste artigo, em que temos conteúdo manifesto, mais imagético e perceptivo, com identidade de percepção mais associada ao capitalismo enquanto sistema histérico, e em que temos conteúdo latente, com mecanismos inconscientes mais obsessivos e com identidade de pensamento mais associada ao comunismo enquanto sistema obsessivo, e com um inconsciente mais obsessivo, se deve perspectivar que aquela censura externa, como descrita, funcionará particularmente bem num sistema mais histérico, como o capitalismo e seu extremo, fascismo, realçando-se neste ponto o indicado por Houzel, Emmanuelli & Moggio          ( Coord. ) ( 2004 ) acerca de D. Anzieu considerar na patologia histérica, no contexto do ego-pele e dos envelopes psíquicos, haver dificuldades ao nível do escudo para-excitações, o que causará uma maior dependência  de estímulos externos, o que se adequa com as características mais perceptivas do histérico capitalista. Ora, a censura num sistema comunista funcionará mais ao nível de um controlo mais directo da censura interna, psíquica, que se caracterizará em particular pelo questionamento, do pôr em dúvida, da identidade dos pensamentos entre si, da sua coerência. Politicamente, desvios ideológicos ao comunismo são especiais alvos de censura.

 

É sintomático que num sistema capitalista, ou o seu extremo, fascismo, os inimigos são considerados como sendo externos, digamos assim, mais ao nível perceptivo, com fenómenos xenofóbicos relativos ao estrangeiro, em que temos o exemplo histórico dos Estados Unidos, em que houve a contínua mudança como inimigo externo do comunismo soviético e do movimento comunista internacional para os assim considerados fundamentalistas islâmicos, no âmbito do “ terrorismo islâmico “, com a consequente “ guerra ao terror “, enquanto que num sistema comunista, os inimigos são considerados como sendo internos, menos perceptivo e mais inconsciente, por assim dizer, com fenómenos como o considerado “ inimigo do povo “, num enquadramento ideológico de afastamento do ideal comunista.

 

Finalizando, foram estas, pois, as elaborações acerca da relação entre o sonho e as identidades de percepção e de pensamento, tendo-se feito também um enquadramento societal capitalista e comunista.

 

 

Bibliografia

 

Freud, S. ( 1988 ). A interpretação dos sonhos. Pensamento – Editores Livreiros, Lda.

 

Houzel, D., Emmanuelli, M. & Moggio, F. ( Coord. ) ( 2004 ). Dicionário de Psicopatologia da Criança e do Adolescente. Climepsi Editores

 

Jung, C. G. ( 1988 ). A prática da psicoterapia ( tradução portuguesa ) in Obras Completas de C. G. Jung, Vol. XVI. Petrópolis: Editora Vozes

 

Lacan, J. ( 1996 ). Escritos. Editora Perspectiva

 

Laplanche, J. & Pontalis, J. B. ( 1990 ). Vocabulário da Psicanálise. Editorial Presença

 

Marx, K. & Engels, F. ( 1998 ). The Communist Manifesto. Signet Classic ( Publicação original, 1848 )

 

Resende, S. ( 2014 ). Identidade de percepção e Identidade de pensamento in www.psicologado.com ( proposto a 04/2014 )

publicado por sergioresende às 12:54
link | favorito
Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


.posts recentes

. Complemento a Etologia e ...

. Anima e Animus: conquista...

. Teoria do Tudo em Psicolo...

. Exopsicologia e obesidade...

. Perspectivas evolutivas d...

. A internalização da lei d...

. Complemento a O palhaço d...

. Complemento a Inteligênci...

. Generosidade fálica na mu...

. Exopsicologia e ascensão ...

.arquivos

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Janeiro 2015

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Março 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Março 2008

. Dezembro 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds