Terça-feira, 1 de Julho de 2014

" Alarme " histérico no contexto exopsicológico

“ Alarme “ histérico no contexto exopsicológico

 

Elaborando sobre as reacções histéricas humanas enquanto relacionadas com as reacções de outros primatas, consideram-se as mesmas como um sinal de aviso, enquanto um “ alarme “ histérico para os outros humanos, e isto no contexto exopsicológico.

 

Assim, em termos de comparação, equacionam-se, observadamente, as reacções de alarme por parte de vários primatas, como vigias, em particular, relativamente à aproximação de sinais de perigo, de possíveis inimigos, em que essas reacções são denotadas por altas vocalizações, de bocas muito abertas, agitação motora, com exuberância de comportamentos, com as reacções do comportamento humano ao nível do histerismo, como o riso histérico, com sonoras vocalizações, com verborreia, bocas mais abertas, com exuberância de comportamento, com maior agitação motora, do que no obsessivo, em particular. Vejam-se, para mais, as referências em O riso e o sentimento de aceitação divina ( Resende, 2014 ), da relação entre feições faciais de primatas e riso e risada nos humanos. As indicações são de um blogue, na revista de psicologia estado-unidense, Psychology Today, e autorado por Gil Greengross, com o título The Long-Lasting Effect of a Smile, publicado em 18 de Abril de 2011. O autor diz-nos que nos primatas, há duas expressões distintas que são consideradas homólogas do sorriso e riso humanos. Assim, a amostragem silenciosa de dentes a descoberto é equivalente ao sorriso humano e parece servir como uma função de apaziguamento ou como um sinal de submissão após uma luta. A boca aberta relaxada equivale à risada humana e está mais relacionada com o comportamento de brincar. Ambos os tipos são encontrados em numerosos e distantes primatas e, segundo o autor, significarão provavelmente a origem evolutiva do sorriso e risada humanos. Do meu artigo do riso, agora referido, temos ainda a referência de Charles Darwin, em A expressão das emoções no homem e nos animais, que nos diz que facilmente o sorriso passa ao riso.

 

Assim, pressupõe-se que as reacções histéricas humanas estão relacionadas, e derivam evolutivamente, com aquelas reacções de alarme de outros primatas, ficando-se com a noção da histeria como uma reacção de alarme para os restantes humanos, como sinal de aviso para os restantes humanos.

 

Considere-se, agora, sobremaneira, o meu artigo Correlatos exopsicológicos do comportamento humano ( Resende, 2013 ), para destacar a permeabilidade do histerismo em relação à presença alienígena na Terra, em particular em relação a uma invasão não benevolente.

 

Aí, refiro-me ao meu artigo Visão exopsicológica da Terra, onde desenvolvo a ideia das formas geológicas dos continentes na Terra como uma mensagem alienígena, e estabelecidas através de terraformação, tendo formas antropomórficas. Deste modo, temos, por exemplo, a bota de Itália e a cara de Portugal, e ainda outros, que constituirão factos geopsicológicos, ou seja, formas geológicas com influência psíquica. Interessa-nos, sobremaneira, o exemplo dos Estados Unidos da América, que relacionam-se com uma mão, com o polegar na Flórida, e com a zona do mindinho ser já pertença do México, o que constitui um aspecto castrativo. Temos, também, a América do Sul, com a costa Pacífica semelhante a uma coluna vertebral, e teremos o Brasil representando a gravidez. Há ainda o pormenor da América Central e a Amazónia, na América do Sul, representarem a placenta, com o realce nutritivo da Amazónia constituir-se enquanto “ pulmão “ da Terra, representando bem a sua relação com o aspecto nutritivo da placenta. Já a zona mais a sul da América do Sul identifica-se com a vagina, enquanto que África constituir-se-á enquanto um pénis, com os testículos na África Ocidental. Pelo dito, teríamos, então, o pénis e a zona vaginal relacionados com a gravidez. Numa análise mais política que pode ser feita, o facto de África ter sido colonizada por sociedades imperialistas e o facto de os Estados Unidos da América ser uma sociedade imperialista, enquanto superpotência actual, dir-se-á que, geopsicologicamente e exopsicologicamente, haverá na história da Humanidade uma espécie de masturbação histórica, e não um coito, mais genital, entre o pénis de África e a vagina da zona sul da América do Sul. Isto pelos sucessivos impérios na história da Humanidade e a relação entre a mão dos Estados Unidos e o pénis de África. Relacionando estas indicações com o Brasil, tem havido uma gravidez histérica, o que se pode relacionar com as sociedades histéricas capitalistas, particularmente no âmbito do capitalismo global. Importa, sobremaneira, aqui referir, e comparar, as características histriónicas, particularmente na linguagem, dos Estados Unidos da América e do Brasil, relativamente às suas ex-potências colonizadoras, Inglaterra e Portugal, respectivamente. Avança-se aí, então, que uma especulação exopsicológica que se pode fazer é a de, em sociedades particularmente histéricas, haver algum índice de colonização, particularmente, por parte de entidades e civilizações extraterrestres, podendo nós intuir que quanto mais acentuado for o histerismo maior índice de colonização haverá.

 

Ainda se refere, no artigo dos Correlatos, que as intervenções alienígenas, ao nível do histerismo, também se podem relacionar com o avençado no meu artigo Claustrofobia histérica: por trás do trauma das abducções alienígenas. Nesse artigo, indico que as reacções dos sujeitos, traumáticas, em relação à presença de alienígenas no quarto dos mesmos, aquando das abucções, são reacções histéricas, já que os mesmos sentem os alienígenas como perto demais. Esta noção é baseada noutro artigo meu, A claustrofobia enquanto perturbação histérica, no qual avanço que o histérico lida melhor com fenómenos agorafóbicos, já que se dá bem com ausência de estímulos referenciais, e é de pior lide com fenómenos claustrofóbicos, já que se dá mal com a presença de detalhes referenciais, com excessivas referências, que são sentidas como perto demais. Temos, pois, outro correlato exopsicológico ao nível do histerismo.

 

No artigo dos Correlatos, também ao nível da histeria, faz-se referência a outro artigo meu, Exopsicologia e a depressividade planetária, para se considerar outra influência alienígena no comportamento humano. Diz-se aí que ocorrerão transferências de energia, particularmente bosónica, entre indivíduos borderline e depressivos. Considerando o bosão de Higgs, uma partícula que permite a outras partículas elementares estarem no mesmo local, no mesmo estado quântico, interessa-nos saber que a interacção dessas outras partículas com o campo de Higgs fornecerá a massa às mesmas, tendo em conta que aquela característica referida faz aproximar o bosão de Higgs das características do borderline, com duas organizações de personalidade simultaneamente. Realça-se aquela aquisição de massa na sua relação com o depressivo e/ou deprimido, que terá mais características relacionadas com a gravidade, com o abatimento característico relacionado com a acentuação do campo gravitacional. Indica-se, então, que a transferência de energia bosónica entre borderlines e deprimidos e/ou depressivos humanos será feita por alienígenas, para de algum modo poder melhor acomodar a sensação de gravidade sentida por extraterrestres, que provenham de planetas com gravidade diferente da da Terra. Mais se indica, que considerando a crescente expansão do fenómeno borderline e também da depressão nas sociedades modernas, particularmente no âmbito do capitalismo global contemporâneo, associando ainda o capitalismo ao histerismo, hipotetiza-se que aquela transferência de energia mais se fará em sociedades particularmente histéricas, no enquadramento borderline, ou seja, na linha histero-psicótica, e não tanto na linha obsessivo-psicótica. Conclui-se, então, que, dada aquela crescente expansão referida, e a transferência energética, há a plausível hipótese da presença cada vez mais maciça de alienígenas na Terra.

 

Importantíssimo, é agora considerar a referência exopolítica, em www.exopolitics.com, de Michael Salla, da situação nos Estados Unidos, sociedade predominantemente histérica, num enquadramento borderline, com influência global, com a governação secreta ali, e com pretensão de governação a nível planetário, de uma raça alienígena imperialista. Esta referência é relativa a documentos apresentados pelo famoso mundialmente Edward Snowden, denunciante ex-funcionário de uma agência secreta estado-unidense, a NSA. Quanto a esta presença de um império alienígena na Terra, em particular nos Estados Unidos, com pretensão de governação global, é de referir, quanto à mensagem alienígena derivada da terraformação, mencionada anteriormente, o facto geopsicológico de que o continente europeu está em posição de submissão, relativamente à América do Norte, o que, pelo já descrito, nos indica uma mensagem subliminar de submissão dos terráqueos em relação a esse império alienígena, como a outros impérios.

 

Destacando novamente aquela gravidez histérica referida e a permeabilidade do histerismo em relação à presença alienígena não benévola na Terra, diríamos que esta permeabilidade indica-nos que o alarme histérico, como considerado anteriormente, ou reacção de alarme histérico, tem perdido ou vindo a perder a função de aviso de perigo em relação à presença não benévola de alienígenas na Terra. Podíamos enquadrar aqui a história de Pedro e o Lobo, em que repetidamente Pedro gritava que estava um lobo na aldeia, sendo sempre falso alarme, e quando estava mesmo, e Pedro gritou, ninguém na aldeia ligou, com o perigo evidente, relacionando esta história com a influência global da cultura de Hollywood, de filmes desde há várias décadas com a mensagem massificada do perigo de uma invasão alienígena, como que trivializando e banalizando o eventual perigo real, podendo dizer-se que terá havido uma “ sedação “ do referido alarme histérico, já que, dada a facilidade de deslocamento do afecto entre representações do histérico, terá havido afecto mais distribuído entre as representações imagéticas e culturais, menosprezando-se o afecto do perigo real.

 

Dado o considerado até aqui, temos que, no contexto das sociedades histéricas capitalistas particularmente hedonistas, as reacções histéricas aproximam-se mais do sinal de submissão após uma luta, em que o redireccionamento da agressividade, do apaziguamento, através do riso, é exageradamente ineficaz, considerando a relação estabelecida anteriormente entre riso e submissão, nos primatas.

 

É de dar ainda um exemplo, que se relaciona em particular com a influência linguística, e correspondências conceptuais, no psiquismo humano. O exemplo é relativo a uma plausível influência, controlo, por parte de raças extraterrestres, podendo mesmo ser aquela revelada por Snowden, já referida, na linguagem humana, com outras influências a nível comportamental em particular, com consequências globais, utilizando-se aparelhos psicotrónicos e tipo HAARP, como descrito em Exopsicologia e o HAARP ( Resende, 2011 ), com controlo à distância de comportamentos, emoções, pensamentos, etc.. Temos, pois, a associação que é feita a nível global entre o Brasil, onde se dará a tal gravidez histérica, e o futebol, com manifestações de massas mais de nível histérico em relação ao mesmo futebol, considerando-se que o Brasil é precisamente o país do mundo com mais títulos mundiais de futebol, a nível de selecções nacionais. Tenha-se ainda presente que é vulgar entre o brasileiros chamar às equipas desportivas de time e de timão, com a tentativa, digamos assim, de abrasileirar, no português do Brasil, o termo inglês team, significando equipa. Repare-se que time também corresponde a tempo, sendo a sua tradução. Se tivermos em conta que as tendências expansionistas espaciais correspondem mais a sociedades histéricas matriarcais capitalistas, e seu extremo fascismo, temos, por contraponto, tendências expansionistas temporais, como se vê, por exemplo, pelo lema comunista Até à Vitória, Sempre!, em sociedades comunistas, mais obsessivas. Considere-se, neste contraponto, a oposição ideológica e política entre capitalismo, e fascismo, e comunismo, e a asserção da Física de tempo e espaço terem sinais opostos, como podemos ver em Viagens no Tempo no Universo de Einstein, de Richard Gott III             ( 2001 ).

 

Ora, tendo nós que o desporto ritualiza aspectos da natureza humana como a agressividade, ou, por exemplo, a estratégia defensiva e/ou ofensiva, e a tal gravidez histérica associada ao Brasil, temos o fenómeno histérico de massas associado ao futebol, em que, pelo dito, teremos como consequência a histerização de time, e a diminuição das tendências obsessivas associadas ao tempo, e uma tendência contrária ao comunismo obsessivo, e às suas tendências expansionistas temporais. Como dito, nesta perspectiva, aquele domínio do Brasil, a nível de selecções, implicará que os jogadores do Brasil, e de outras selecções, ao longo da história, terão vindo a ser controlados por aparelhos psicotrónicos e de tipo HAARP. Assim, considerando o já dito, acerca da permeabilidade do histerismo a invasões e infiltrações alienígenas, e do revelado por Snowden acerca do domínio nos E. U. A., e com pretensões globais, de uma raça extraterrestre imperialista, faz sentido o descrito aqui, no sentido de atacar e de diminuir a influência do socialismo, do comunismo, nas populações, já que não será do interesse desse tipo de raça, e das pretensões de invasão e infiltração.

 

Temos aqui, pois, o alarme histérico a ser avariado, digamos assim, através do desporto, do futebol, considerando-se que sistemas mais progressistas, mais socialistas, mais comunistas, controlarão melhor as tendências imperialistas espaciais de raças extraterrestres, ou são mais incompatíveis em relação às mesmas. Acrescente-se, em relação ao Mundial de futebol do Brasil 2014, e relacionadamente, que o mascote escolhido para esse Mundial representa o animal armadilho, em português, armadillo, em inglês, o que nos faz pensar, no contexto do descrito até aqui, em armadilha, podendo ainda ser considerado que o armadilho pertence à família dos tatu-bolas, em português do Brasil, o que nos faz pensar na relação entre a palavra tabu e bola, o que é coerente no contexto do descrito até aqui. Isto é latentemente. Manifestamente, a mascote tem o nome Fuleco, que surgirá da união das palavras futebol e ecologia ( Wikipédia ), o que, contrariamente àquela latência, aponta para considerações idealizadas, de linha positiva.

 

Para mais se ver associação entre desporto, futebol, em particular, e fascismo, veja-se o seguinte.

 

Considerando as dificuldades socio-laborais de trabalhadores em empresas multi-nacionais, transnacionais, com maiores facilidades de serem despedidos, por exemplo, despedimentos colectivos, ou, importantemente, o medo disso acontecer, com agudização emocional e social envolvidas, isto traduzir-se-á por um sentimento de se sentirem estrangeiros na sua própria terra, no seu próprio país, no sentido da violência social dirigida a estrangeiros, emigrantes, que acontece amiúde, tendo nós o exemplo das directivas comunitárias da União Europeia de flexibilização laboral, facilitando os despedimentos, no contexto da integração capitalista europeia.

 

Ora, os atletas de alta competição, em particular os futebolistas, que jogam, exercem a sua profissão fora do país de origem, no estrangeiro, e com sucesso, ganhando milhões ou muitos milhares, estarão no topo de uma hierarquia socio-económica, relativamente às massas, e serão particulares alvos de identificação por parte dos indivíduos das massas, particularmente por parte daqueles trabalhadores de multi-nacionais, em que estes desejarão ter os rendimentos daqueles jogadores. Ora, isto enquadrar-se-á nas relações identitárias descritas por Wilhelm Reich ( 1976 ), em Psicologia de Massas do Fascismo, quando ele fala que, na psicologia de massas do fascismo, o Zé-Ninguém, ou os indivíduos das camadas socio-económicas, neste caso, mais baixas, se identifica com o General, neste caso, os jogadores no topo socio-económico, ou têm um sentimento inconsciente, relativamente irracional, de que são eles próprios o General, o que nos levaria, em termos identitários, a considerações do fenómeno histérico de massas que é o futebol, um pouco por todo o mundo, podendo nós dar o exemplo do fenómeno de Cristiano Ronaldo, em particular em relação a Portugal e aos portugueses.

 

Reich ( 1976 ) diz mais, nesse seu livro, que, na psicologia de massas do fascismo, os indivíduos das massas que se identificam com o general, com o líder, que será neste contexto o jogador de futebol que tem sucesso no estrangeiro, querem a liberdade, desejam a liberdade, mas não querem assumir a responsabilidade que ela implica, responsabilidade essa que, para seu próprio interesse, levaria a uma dupla medida, de reduzir a influência de multinacionais e de facilitação de despedimentos, como no caso da integração capitalista europeia, através de tender politico-ideologicamente para a esquerda, com mais influência do Estado, através do voto, em particular, e ainda de exigir publicamente e associativamente a redução acentuada dos rendimentos desses jogadores, pelas diferenças abismais relativamente aos demais trabalhadores, trabalhando-se a redução do sentimento do desejo irrealista de ter esse tipo de rendimentos, trabalhando-se no todo na redução de tendências reacionárias fascistas.

 

Continuando, ainda em relação ao alarme histérico no contexto exopsicológico, num cenário pós-contacto, é de destacar o meu artigo Teoria do Tudo em Psicologia e exopsicologia enquanto relacionadas com a agorafobia e com a claustrofobia                  ( Resende, 2014 ), onde também me baseio nos artigos já mencionados e brevemente resumidos no presente artigo, Claustrofobia histérica: por trás do trauma das abducções alienígenas e A claustrofobia enquanto perturbação histérica. Assim, no artigo destacado, considero que em termos exopsicológicos, podemos enquadrar a claustrofobia num sistema histérico, para termos presente que a vivência dos humanos histéricos na Terra, em relação a seres extraterrestres vindos do restante Cosmos, é sentida claustrofobicamente, em que esses seres são sentidos como perto demais. Temos, então, que num sistema histérico como o estado-unidense haverá a referida vivência claustrofóbica em relação a seres extraterrestres, em que teremos, pois, uma fobia relativamente a esses seres. Acrescente-se aqui que a xenofobia manifestada amiúde num sistema capitalista, mas muito particularmente no seu extremo, fascismo, indica-nos a vivência fóbica relativamente ao estranho, ao outro, diferente. Daquele artigo destacado, continua-se, para enquadrar o dito com a caracterização da histeria de angústia, que Laplanche & Pontalis, em seu Vocabulário da Psicanálise, fazem. Eles indicam que a histeria de angústia desenvolve-se cada vez mais no sentido da fobia, realçando que nesta histeria o deslocamento para um objecto fóbico é secundário ao aparecimento de uma angústia livre, não ligada a um objecto, pressupondo eu, então, que há um fundo de angústia num sistema histérico como o estado-unidense, que depois é deslocado sobre os seres extraterrestres, e isto, intui-se, num quadro histérico de massas, que poderá eventualmente dar origem a uma caracterização de pânico relativamente a seres extraterrestres.

 

Finalizando, dadas as considerações feitas neste artigo, dir-se-á que a melhor defesa em relação a uma presença não benévola de alienígenas na Terra, passará por uma deshisterização do alarme, já que o mesmo terá sido banalizado, com tendências alármicas mais obsessivas, com maior influência sobre este assunto de sociedades mais tipicamente obsessivas, com tendências mais progressistas, mais socialistas, não fomentando reacções de pânico fóbico ou diminuindo sobremaneira o mesmo. Ou seja, dever-se-á dar mais atenção a avisos menos histéricos e mais obsessivos, menos emocionais e mais serenos, mais racionais, considerando a maior facilidade de deslocamento do afecto entre representações no histérico, que facilitará o pânico referido, utilizando, sobremaneira, mecanismos mais obsessivos como o juízo de condenação, com adiamento da gratificação e ajuizamentos menos extemporâneos.

 

 

Bibliografia

 

Gott III, R. ( 2001 ). Viagens no Tempo no Universo de Einstein. edições quasi

 

Reich, W. ( 1976 ). Psicologia de massas do fascismo. Publicações Dom Quixote ( Edição original, 1933 )

 

Resende, S. ( 2011 ). Exopsicologia e o HAARP em www.psicologado.com ( proposto a 12/2011 )

 

--------------- ( 2013 ). Correlatos exopsicológicos do comportamento humano em www.psicologado.com ( proposto a 09/2013 )

 

--------------- ( 2014 ). O riso e o sentimento de aceitação divina em www.psicologado.com ( proposto a 01/2014 )

 

--------------- ( 2014 ). Teoria do Tudo em Psicologia e exopsicologia enquanto relacionadas com a agorafobia e com a claustrofobia em www.psicologado.com             ( proposto a 04/2014 )

 

 

Referências de Internet

 

Snowden Documents Proving “ US-Alien-Hitler “ Link Stun Russia em www.exopolitics.com, com link para english.farsnews.com/newstext.aspx?nn=13921021000393, consultado em 07/05/2014

 

Wikipédia. Fuleco em pt.wikipedia.org/wiki/Fuleco, consultado em 01/06/2014 

publicado por sergioresende às 08:30
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