Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Exopsicologia e o riso

Resumindo, inicialmente, o meu artigo O riso e o sentimento de aceitação divina           ( Resende, 2014 ), onde se associa o riso e o sorriso com a agressividade e o choro e com o divino, particularmente com o sentimento de aceitação divina, em que se conclui, de modo mais geral, a partir da análise de uma obra literária paradigmaticamente contemporânea, que nessas condições, o riso sádico em relação a Deus remete para o sentimento de não ser aceite pela entidade Deus, estabelece-se depois uma relação exopsicológica com o facto geopsicológico da boca da cara de Portugal ter uma forma que remete para o sorriso. Com a premissa deste ser uma mensagem alienígena, feita a partir de terraformação, temos que o mesmo sorriso nos leva a pensar num sentimento humano de não aceitação por parte de extraterrestres, num contexto intencional de quarentena estabelecida pela sociedade do Universo em relação aos humanos, como nos diz Alfred Webre ( 2005 ), do campo da exopolítica.

 

Começa-se, então, nesse artigo, pela contribuição de Gil Greengross que nos diz haver duas expressões distintas nos primatas que são consideradas homólogas do sorriso e riso humanos. Temos, pois, a amostragem silenciosa de dentes a descoberto que é equivalente ao sorriso humano, e que parece servir como apaziguamento ou como um sinal de submissão após uma luta. Já a boca aberta relaxada equivale ao riso humano e está mais relacionada com o comportamento de brincar. É dito que ambos os tipos significarão provavelmente a origem evolutiva do sorriso e riso humanos. Faz-se um ponto aqui, citando Charles Darwin, que nos diz que facilmente o sorriso passa ao riso, o que é importante para o presente artigo, relativamente à forma do sorriso na boca de Portugal. Greengross ainda nos diz que nos humanos tendemos a distinguir geralmente dois tipos de sorrisos, o sorriso Duchenne e o sorriso não-Duchenne             ( sendo Duchenne o neurologista francês que primeiro os estudou ). O sorriso Duchenne é o sorriso genuíno e honesto, o que dá verdadeiro prazer. O sorriso não-Duchenne é o sorriso falso, usado para satisfazer outros mas que não dá a boa sensação associada com um sorriso verdadeiro.

 

Estabelecendo, de seguida, relação entre riso e agressividade, cita-se o meu artigo O palhaço de circo e a depressividade histérica, no qual digo que a função social do palhaço é, através do riso, facilmente identitário na infância, catarticamente modular a agressividade, nas actuações habituais dos palhaços, para que na vida posterior do indivíduo, a agressividade esteja modulada, e possa ser eventualmente sublimada. É de dizer relativamente a isto que, nos exemplos utilizados no presente artigo, o sorriso e o riso são manifestações de que a agressividade não foi suficientemente modulada e são utilizados a serviço da agressividade. Continuando a relação entre riso e agressão, cita-se Konrad Lorenz, famoso etólogo, que nos diz que o sorriso evoluiu por ritualização da ameaça redireccionada, dizendo ainda que o rir ou a risada em conjunto, num grupo, dirigido a outros fora do grupo, contém uma grande quantidade de agressão, dizendo eu que como no exemplo do “ palhaço “ da turma ou do grupo, gozando sadicamente outros, temos aqui uma regressão do riso para a agressividade não modulada, não necessariamente física, já que o mesmo sorriso e riso perderam o seu valor ritualístico. Lorenz ainda nos diz que o riso tende a criar um laço, em que o riso em conjunto não apenas dirige agressão como produz um sentimento de unidade social. Nesta ligação, temos uma associação com o que considero ser o sorriso e o riso um mecanismo de ataque, mecanismo esse como descrevo em dois artigos meus, Mecanismos de defesa e Mecanismos de ataque e Enunciação de Mecanismos de ataque. É que tendo o sorriso e o riso como reacções mais histéricas, e sendo dois dos mecanismos de ataque o controlo histérico e a projecção histérica, da agressividade, o sorrsio e o riso surgirão e funcionarão, ao nível da projecção da agressividade, para manter o socius, os relacionamentos interpessoais e os fenómenos de massas, mantendo e preservando a unidade dos mesmos.

 

Quanto à relação entre riso e choro, considere-se a relação antropológica evolutiva entre riso e choro, em que temos Charles Darwin a dizer-nos que o acto de rir até às lágrimas é comum a todas as raças humanas, sendo isto mais esclarecedor se seguirmos o princípio de antítese que Darwin segue, que nos diz que se certas acções tiverem sido regularmente executadas sob um determinado estado de espírito, haverá uma forte tendência instintiva para a execução de acções directamente opostas sob o estímulo de um estado de espírito oposto.

 

Nesta relação entre riso e choro, considere-se, importantemente, que o mesmo choro terá o significado psicológico de chamar a atenção do outro, em particular para ser cuidado.

 

Continuando este resumo, e relembrando que Darwin nos diz que o sorriso facilmente passa ao riso, voltemos ao exemplo paradigmático do “ palhaço “ da turma ou do grupo, que remeterá para o sorriso não-Duchenne, falso, para satisfazer outros, que não estando associado a um verdadeiro prazer se conjuga bem com as características descritas a seguir, diremos, dizia eu, que o mesmo terá este comportamento de dirigir a agressividade, gozando sadicamente outros, para se sentir desejado, aceite, querido, pelos outros, revelando carências afectivas, com necessidade de receber atenção, em que quanto mais quer rir e fazer rir mais revelará o quanto não se sente aceite pelos outros, reiterando-se, aqui, a importância das indicações já dadas de Lorenz, e as minhas quanto ao riso enquanto mecanismo de ataque, e o aspecto da regressão do riso para a agressividade não modulada, com o riso a perder o seu valor ritualístico.

 

Temos, agora, a referência importante nas sociedades contemporâneas, histéricas capitalistas matriarcais, no contexto do capitalismo global, do paradigma da obra de Umberto Eco, O Nome da Rosa, que remete para algo psicótico, forclusivo, pela diminuição da importância do nome do pai como suporte da função simbólica, relação esta, quanto ao nome do pai e suporte da função simbólica, revelada por Lacan, em Escritos, considerando Rosa nome de mulher, relativo à mãe, portanto. Outra das essências da obra é o arrogar do poder rir de Deus, que, no contexto do artigo, revela uma tendência de regressão ao nível da espécie do sorriso e riso para agressividade não modulada, já que se se ri de Deus, ao nível sádico, em que o riso perde o seu valor ritualístico, e uma tendência psico-histórica, transpessoal, de a mulher, enquanto género, não se sentir aceite por Deus, não desejada e não querida por essa entidade, considerando a relação já referenciada entre riso e choro, como com a agressividade, em que o choro significará chamar a atenção do outro e carências afectivas, e em relação à agressividade haverá a necessidade de ser aceite. Isto, particularmente, nas sociedades cristãs, tendo em conta, importantemente, que a Bíblia cristã nos diz, entre outras coisas, que a mulher é inferior ao homem, devendo ao mesmo estrita obediência. Temos ainda o exemplo de na Igreja Católica, em particular, as mulheres estarem completamente excluídas das hierarquias eclesiásticas.

 

Termina-se o resumo, dizendo que estas últimas indicações dão apoio ao desenvolvido no artigo, quanto à relação entre riso e sentimento de aceitação divina.

 

Continuando, agora mais para o presente artigo, veja-se, por exemplo, o meu artigo Visão exopsicológica da Terra ( Resende, 2012 ), onde indico que a Terra terá sofrido uma terraformação, por processos de geoengenharia e geoclimáticos, que terá dado à forma geológica dos continentes, formas reconhecidamente, em particular, humanas, tendo isso influências psíquicas na Humanidade. Mais se diz, que a terraformação terá sido executada por extraterrestres e implicará uma mensagem alienígena para a Humanidade. Assim, vemos, na América do Sul, a cordilheira dos Andes assemelhando-se a uma coluna vertebral, com a correspondência do Brasil parecer uma barriga de grávida. Temos também a América do Norte parecendo uma mão e África assemelhando-se a um pénis. Mas de importância primordial para este artigo, temos, na Europa, a bota de Itália, e muito particularmente a cara de Portugal. Nesta, tendo também a saliência dos olhos, no norte de Portugal, tem a zona da boca, ao centro, em que a zona de Lisboa e Vale do Tejo, tem, no Rio Tejo, uma forma e orientação assemelhando-se a um sorriso.

 

Ora, no contexto do presente artigo, e considerando a terraformação alienígena uma mensagem para a Humanidade, temos, exopsicologicamente, que este sorriso constituirá uma mensagem subliminarmente inconsciente de que a Humanidade não se deve sentir aceite por raças extraterrestres, particularmente da sociedade do Universo, e principalmente pelas raças que terão posto em execução um plano de quarentena do planeta Terra, em relação aos humanos.

 

Está implícito que os humanos se identificarão psicologicamente com as formas geológicas dos continentes, particularmente por estes terem formas reconhecidamente humanas, e que se terão identificado com aquela mensagem subliminar.

Aquela ideia de quarentena e o isolamento dos humanos em relação à restante sociedade do Universo, é proposto por Alfred Webre ( 2005 ), em Exopolitics: Politics, Government and Law in the Universe, sendo Webre o fundador do campo da exopolítica e um dos seus expoentes. Aquela quarentena terá sido imposta como penalização por algum tipo de rebelião dos humanos em relação às leis da sociedade do Universo.

 

Dir-se-à que a identificação global dos humanos no planeta Terra, com o sorriso estabelecido em Portugal, implicará uma identificação com um gozo sádico em relação a um além-Terra, e implicitamente a seres extraterrestres, particularmente aqueles que executaram e estarão a executar a quarentena, que estaria na base expectável destes mesmos para que a quarentena tivesse o seu efeito, particularmente psicológico, na linha do que tenho vindo a descrever.

 

Estas influências psicológicas nos humanos ajudarão a explicar boa parte do fenómeno de ridicularização e descrédito de campos de investigação como, por exemplo, a ovnilogia, como tem vindo a suceder.

 

Repare-se que naquelas relações já aduzidas entre riso e agressividade e choro, temos aqui que esta agressividade inconsciente implícita na quarentena, com a qual os humanos se identificarão inconscientemente, se liga a um aspecto do planeta Terra, que se relaciona neste contexto com o choro, que são os oceanos, particularmente o Oceano Atlântico, próximo da cara de Portugal. Aquela identificação inconsciente com a agressividade implícita na quarentena estará relacionada com a culpabilidade sentida pelos humanos, transpessoalmente, quanto à rebelião referida, em que ocorrerá uma espécie de Síndroma de Estocolmo, identificação com os captores, com o fenómeno da identificação com o agressor. Outro aspecto da agressividade implícita na quarentena é a angústia depressiva da castração já efectuada respeitante à ausência dos dentes, na zona respectiva da boca e sorriso.

 

As relações estabelecidas por mim, neste artigo, dão plausibilidade à proposta de Alfred Webre, quanto à alegada quarentena imposta aos humanos por parte da restante sociedade do Universo.

 

 

Bibliografia

 

Resende, S. ( 2012 ). Visão exopsicológica da Terra em www.psicologado.com                 ( proposto a 05/2012 )

 

--------------- ( 2014 ). O riso e o sentimento de aceitação divina em www.psicologado.com ( proposto a 01/2014 )

 

Webre, A. ( 2005 ). Exopolitics: Politics, Government and Law in the Universe. Universebooks

publicado por sergioresende às 12:53
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Domingo, 5 de Janeiro de 2014

O riso e o sentimento de aceitação divina

Descrevem-se, primeiramente, algumas caracterizações do riso e do sorriso, do ponto de vista descritivo e evolutivo, para depois se relacionar os mesmos com a agressividade e o choro, seguindo-se para uma análise de uma obra literária com pertinência para as sociedades contemporâneas, onde se associa o riso e a divindade, concluindo-se com o estabelecimento de uma relação entre o riso e o sentimento de aceitação divina.

 

Vejamos, inicialmente, indicações de um blog, na revista de psicologia estado-unidense, Psychology Today, e autorado por Gil Greengross, com o título The Long-Lasting Effect Of a Smile, publicado em 18 de Abril de 2011, com o endereço electrónico www.psychologytoday.com/blog/humor-sapiens/201104/the-long-lasting-effect-smile, consultado em 03/01/2014.

 

O autor diz-nos que nos primatas, há duas expressões distintas que são consideradas homólogas do sorriso e riso humanos. Assim, a amostragem silenciosa de dentes a descoberto é equivalente ao sorriso humano e parece servir como uma função de apaziguamento ou como um sinal de submissão após uma luta. A boca aberta relaxada equivale à gargalhada humana e está mais relacionado com o comportamento de brincar. Ambos os tipos são encontrados em numerosos e distantes primatas e significarão provavelmente a origem evolutiva do sorriso e gargalhadas humanos. Repare-se que Charles Darwin ( 2006 ), em A expressão das emoções no homem e nos animais, diz-nos que facilmente o sorriso passa ao riso.

 

Greengross diz-nos, ainda, que nos humanos tendemos a distinguir geralmente dois tipos de sorrisos: o sorriso Duchenne e o sorriso não-Duchenne ( nomeado a partir do neurologista francês Duchenne de Boulogne que primeiro os estudou ). O sorriso duchenne é o sorriso genuíno e honesto, aquele que dá verdadeiro prazer. O sorriso não-Duchenne é o sorriso falso, que é usado para satisfazer outros mas que não dá a boa sensação associada com um sorriso verdadeiro.

 

Estabelece-se agora relação entre riso e agressividade.

 

Veja-se O palhaço de circo e a depressividade histérica ( Resende, 2012 ), no qual digo que a função social do palhaço é, através do riso, facilmente identitário na infância, catarticamente modular a agressividade, nas actuações habituais dos palhaços, para que na vida posterior do indivíduo, a agressividade esteja modulada, e possa ser eventualmente sublimada. Temos que, no aqui dito, nos exemplos utilizados no artigo, o sorriso e o riso são manifestações de que a agressividade não foi suficientemente modulada e são utilizados a serviço da agressividade.

 

Vejamos agora relação entre o riso e a agressão tal como considerados por Konrad Lorenz, famoso etólogo, no seu On Agression ( 2002 ). “ In any case it is tempting to interpret the greeting smile as an appeasing ceremony wich… has evolved by ritualization of redirected threatening. “ ( p. 173 ). Vemos, então, aqui uma associação entre sorriso e agressividade, ou a mesma implícita na ameaça, que é então redirigida apaziguadoramente, através do sorriso. Para mais, no mesmo livro lemos: “ When several fairly primitive individuals, such as small boys, laugh together at one or several others not belonging to the same group, the activity, like that of other redirected appeasement ceremonies, contains quite a large measure of aggression directed towards non-members of the group. “ ( p. 173 ). Vemos, aqui, como no exemplo do      “ palhaço da turma “ ou do grupo, gozando sadicamente outros, que haverá uma regressão do riso para a agressividade não modulada, não necessariamente física, já que o mesmo sorriso e riso perderam o seu valor ritualístico. Ainda noutra citação, temos: “ … laughter, like greeting, tends to create a bond. From self-observation I can safely assert that shared laughter not only directs aggression but also produces a feeling of social unity. “ ( p. 173 ). Temos aqui, então, nesta ligação do sorriso ou gargalhada dirigindo agressividade como produzindo sentimento de unidade social, uma associação com o que considero aqui ser o sorriso e o riso um mecanismo de ataque, mecanismo esse como descrevo em Mecanismos de defesa e Mecanismos de ataque ( Resende, 2010 ) e Enunciação de Mecanismos de ataque ( Resende, 2010 ), em que tendo o sorriso e o riso como reacções mais histéricas, e sendo dois dos mecanismos de ataque o controlo histérico e a projecção histérica, da agressividade, o sorriso e a gargalhada surgirão e funcionarão, ao nível da projecção da agressividade, para manter o socius, os relacionamentos interpessoais e os fenómenos de massas, mantendo e preservando a unidade dos mesmos.

 

Agora, relaciona-se o riso e o choro.

 

Considere-se, evolutivamente, o riso próximo do choro, tal como aprendi, durante a licenciatura, sobre a relação antropológica evolutiva entre o riso e o choro. Assim, nesta relação entre riso e choro, vemos, em A expressão das emoções no homem e nos animais, Darwin ( 2006 ) a dizer-nos que o acto de rir até às lágrimas é comum a todas as raças humanas, dizendo, para mais, que a gradual aquisição do hábito de rir, por parte dos bebés, é de certo modo análoga à do choro, insistindo que a práctica é um requisito essencial para os movimentos normais do corpo, como o andar, por exemplo, e que o mesmo parece suceder com o riso e o pranto. Aquele aspecto muito particular do chorar a rir,  importante no contexto deste artigo, é mais esclarecedor se seguirmos o princípio de antítese que Darwin segue, que nos diz que se certas acções tiverem sido regularmente executadas sob um determinado estado de espírito, haverá uma forte tendência instintiva para a execução de acções directamente opostas sob o estímulo de um estado de espírito oposto.

 

Nesta relação entre riso e choro, considere-se, importantemente, que o mesmo choro terá o significado psicológico de chamar a atenção do outro, em particular para ser cuidado.

 

Relembrando que Darwin ( 2006 ) nos diz que o sorriso facilmente passa ao riso, voltemos ao exemplo paradigmático do “ palhaço da turma “ ou do grupo, que remeterá para o sorriso não-Duchenne, falso, para satisfazer outros, que não estando associado a um verdadeiro prazer se conjuga bem com as características descritas a seguir, diremos, dizia eu, que o mesmo terá este comportamento, de dirigir a agressividade, gozando sadicamente outros, para se sentir desejado, aceite, querido, pelos outros, revelando carências afectivas, com necessidade de receber atenção, em que quanto mais quer rir e fazer rir mais revelará o quanto não se sente aceite pelos outros, reiterando-se, aqui, a importância das indicações já dadas de Lorenz, e as minhas quanto ao riso enquanto mecanismo de ataque, e o aspecto da regressão do riso para a agressividade não modulada, com o riso a perder o seu valor ritualístico.

 

Temos, agora, a referência importante nas sociedades contemporâneas, histéricas capitalistas matriarcais, no contexto do capitalismo global, do paradigma da obra de Umberto Eco, O Nome da Rosa, que remete para algo psicótico, forclusivo, pela diminuição da importância do nome do pai como suporte da função simbólica, relação esta, quanto ao nome do pai e suporte da função simbólica, revelada por Lacan, em Escritos ( 1996 ), considerando Rosa nome de mulher, relativo à mãe, portanto. Outra das essências da obra é o arrogar do poder rir de Deus, que, no contexto do artigo, revela uma tendência, já referida, de regressão ao nível da espécie do sorriso e riso para agressividade não modulada, já que se se ri de Deus, ao nível sádico, em que o riso perde o seu valor ritualístico, e uma tendência psico-histórica, transpessoal, de a mulher, enquanto género, não se sentir aceite por Deus, não desejada e não querida por essa entidade, considerando a relação já referenciada entre riso e choro, como com a agressividade, em que o choro significará chamar a atenção do outro e carências afectivas, e em relação à agressividade haverá necessidade de ser aceite. Isto, particularmente, nas sociedades cristãs, tendo em conta, importantemente, que a Bíblia cristã nos diz, entre outras coisas, que a mulher é inferior ao homem, devendo a primeira obediência estrita ao mesmo. Temos ainda o exemplo de na Igreja Católica, em particular, as mulheres estarem completamente excluídas das hierarquias eclesiásticas.

 

Estas últimas indicações dão apoio ao desenvolvido neste artigo, quanto à relação entre riso e sentimento de aceitação divina.

 

 

 

 

Bibliografia

 

Darwin, C. ( 2006 ). A expressão das emoções no homem e nos animais. Relógio D’Água

 

Greengross, G. ( 2011 ). The Long-Lasting Effect of a Smile in www.psychologytoday.com/blog/humor-sapiens/201104/the-long-lasting-effect-smile, consultado em 03/01/2014

 

Lacan, J. ( 1996 ). Escritos. Editora Perspectiva

 

Lorenz, K. ( 2002 ). On Aggression. Routledge

 

Resende, S. ( 2010 ). Mecanismos de defesa e Mecanismos de ataque em www.redepsi.com.br, na secção Artigos/Teorias e Sistemas no Campo Psi em 15/10/2010

 

--------------- ( 2010 ). Enunciação de Mecanismos de ataque em www.redepsi.com.br, na secção Artigos/Teorias e Sistemas no Campo Psi em 14/11/2010

 

--------------- ( 2012 ). O palhaço de circo e a depressividade histérica em www.psicologado.com ( proposto a 12/2012 )

publicado por sergioresende às 11:47
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